Quer vender para a Geração Z? Esqueça tudo o que aprendeu
TL;DR (Resumo rápido) A Geração Z representa quase metade das buscas por imóveis no Brasil, mas é minoria nas compras efetivas. Jovens priorizam mobilidade, praticidade e tecnologia, optando por aluguel, coliving e moradia por assinatura. Imóveis compactos, bem localizados, com áreas compartilhadas e conectividade são prioridades. Sustentabilidade e experiências digitais são diferenciais importantes. Imobiliárias que não adaptarem produtos, linguagem e canais a essa nova realidade perderão relevância. Soluções como CRM, automação de atendimento e gestão de leads, como o Kenlo Imob , são essenciais para atender esse público com agilidade e personalização. O novo comportamento de quem procura imóveis O mercado imobiliário está mudando. E a Geração Z — jovens nascidos entre 1995 e 2012 — é a principal força por trás dessa transformação. Eles já representam cerca de 46% das buscas por imóveis, segundo a Brain Inteligência Estratégica, mas ainda compram pouco: apenas 33% das transações imobiliárias envolvem pessoas com menos de 50 anos, e o público abaixo dos 30 representa uma fatia ainda menor, muitas vezes inferior a 5%, segundo levantamento da Abecip e dados da MRV. O motivo? Essa nova geração valoriza experiências, liberdade e praticidade. Juros altos , renda limitada e estilo de vida urbano fazem com que posterguem a compra e priorizem opções flexíveis, como aluguel, coliving e moradia por assinatura. Mas isso não significa que não querem comprar: cerca de 37% dos jovens bras
ileiros planejam adquirir um imóvel nos próximos anos. O que a Geração Z busca Imóveis pequenos (40–60m²), funcionais e bem localizados (em especial, perto de estações de metrô e centros urbanos). Coworking , áreas de lazer, academia e pet-care compartilhados. Internet rápida, automação residencial e atendimento digital. Sustentabilidade: 70% dos jovens consideram boas práticas ecológicas como diferencial de compra. Contratos desburocratizados: assinatura digital, gestão por aplicativo e possibilidade de sair com facilidade. Jovens compram estilo de vida, não apenas metragem. Querem morar perto do trabalho, estudar online, fazer networking no prédio e sair com um clique se não gostarem do lugar. Como o mercado deve se adaptar 1. Reposicionamento de produto Projetos devem focar em funcionalidade, localização e infraestrutura compartilhada. Imóveis sustentáveis e bem planejados têm mais apelo do que grandes metragens ou acabamentos de luxo. Construtoras como a MRV relatam que em algumas praças do Brasil mais de 50% dos compradores estão entre 18 e 30 anos, demonstrando que existe, sim, demanda se o produto for coerente. 2. Digitalização da jornada A busca por imóveis é 100% online: mais de 90% dos compradores iniciam a jornada pela internet. Tour virtual, atendimento por WhatsApp, CRM inteligente e contrato digital são essenciais. Soluções como o Kenlo Imob permitem que corretores ofereçam experiências digitais completas, com gestão de leads, automação de resposta e integração