Como e por que administrar e otimizar o capital de giro em sua imobiliária
O capital de giro é um dos ativos mais importantes de qualquer negócio. E com a sua imobiliária não poderia ser diferente! O detalhe é que, para que ele seja realmente benéfico para a empresa, é preciso administrá-lo adequadamente, buscando sempre a otimização. Mas não se preocupe, porque com algumas dicas simples você já consegue manter esse capital em dia e favorecer o sucesso da sua imobiliária. Quer saber que dicas são essas? Então continue lendo nosso post de hoje: Por que administrar e otimizar? Como o capital de giro corresponde ao valor necessário para sustentar as operações da imobiliária durante um período, não administrá-lo significa deixar seu negócio praticamente à própria sorte. Administrar, entretanto, não é a única tarefa necessária, já que, sem a devida otimização, os benefícios esperados podem simplesmente não aparecer. Um capital de giro pequeno demais, por exemplo, coloca a imobiliária em risco e a torna menos preparada para lidar com crises e imprevistos. Por outro lado, um capital de giro grande demais (e, portanto, nada otimizado) imobiliza uma quantidade desproporcional de recursos. Embora há quem pense que quanto mais, melhor , a verdade é que isso faz com que a imobiliária deixe de ter recursos para fazer bons investimentos. E como colocar a teoria em prática? Sendo tão importante para a saúde da imobiliária, a administração e a otimização do capital de giro exige que sejam tomadas determinadas atitudes, como: Dimensionar o capital corretamente Uma d
as práticas de administração e otimização do capital de giro mais importantes é justamente o dimensionamento. Para isso, você deve levar em consideração todos os ativos e passivos circulantes da imobiliária. Isso significa, por exemplo, diminuir as contas a pagar e possíveis financiamentos da soma do fundo de caixa e de investimentos. Com isso, você terá o dimensionamento ideal do capital de giro para seu negócio. Evitar considerar as contas a receber Você provavelmente encontrará indicações de que as contas a receber devem entrar no cálculo do fluxo de caixa. Embora essa orientação não seja de todo errada, é arriscado contar com um dinheiro que ainda não está lá, já que, na verdade, você não tem garantias. Imagine que sua imobiliária fechou um grande negócio e o contrato estabelece o pagamento de certa taxa em cerca de um mês. Há, portanto, uma garantia de que o pagamento acontecerá. Por outro lado, se a imobiliária está quase fechando um negócio, o dinheiro não é garantido e, portanto, não deve ser contabilizado. Ficar de olho no fluxo de caixa Para administrar e otimizar o capital de giro também é recomendado se manter atento ao fluxo de caixa . Como a imobiliária não tem uma situação única, o capital de giro pode variar de acordo com as necessidades. Em período de baixa nas vendas, por exemplo, o capital de giro necessário pode ser maior ou mais importante. Para acompanhar essas tendências e tentar prever outras, é importante ficar sempre atento. O fluxo de caixa indica o