Carteira de clientes e imóveis: como organizar
Como manter uma carteira de clientes organizada? E a de imóveis? Como encontrar facilmente as informações sobre aquele apartamento que é exatamente o que o comprador está procurando? Carteiras bem estruturadas podem ser a linha que diferencia uma boa performance de vendas de uma mediana. Ao contrário do que alguns corretores pensam, ter uma carteira de imóveis e de clientes não é somente relacioná-los numa planilha: é fundamental ter critérios e boas estratégias de catalogação. Fique tranquilo, vamos dar algumas ótimas dicas agora. Acompanhe! Segmente sua carteira de clientes O primeiro passo é fazer uma segmentação eficiente dos potenciais compradores, o que ajudará você, por consequência, a segmentar suas ofertas e aumentar sua chance de ser um corretor de sucesso. A separação dos clientes pode ocorrer, por exemplo, por: faixa de valor que o cliente se dispõe a investir; região de interesse; tipo de imóvel (apartamento, casa, sala comercial etc.); tamanho da propriedade, em média; aluguel ou compra. Se você fizer isso, será possível direcionar os imóveis disponíveis às pessoas certas. Afinal, não faz sentido oferecer um imóvel de R$ 500.000,00 a um cliente que está disposto a investir até R$ 250.000,00, concorda? Categorize os clientes e imóveis Além da segmentação, que colabora para que o corretor ofereça imóveis certeiros, a categorização também é importante. Nesse caso, você identificará os clientes mais rentáveis, aqueles que representam uma oportunidade real de negócio
e os que dificilmente gerarão resultados. Um método recomendado de divisão da carteira é por: clientes ativos (aqueles que já fecharam negócio e têm potencial para fechar outros); inativos (também já fecharam uma compra ou aluguel, mas a possibilidade de fechar outra é remota); ex-clientes (atualmente recorrem a outro profissional) e em perspectiva (não fecharam negócio ainda, mas têm grande potencial). A curva ABC é outra forma interessante de categorização dos compradores. Por meio dela, a letra A representa aqueles com rentabilidade alta; B, intermediária e C, baixa. Se você fizer isso, conseguirá identificar quais têm potencial de crescimento da rentabilidade e, ao mesmo tempo, cuidar dos seus clientes mais rentáveis com eficácia. A carteira de imóveis também precisa ser classificada. Nesse caso, a dica é criar categorias que englobem faixas de preço, localidades, quantidade de quartos e faixas de preços, entre outros filtros que sejam considerados relevantes. Administre sua carteira de imóveis e clientes ativamente De nada adianta segmentar e categorizar sua carteira de clientes e de imóveis da melhor forma possível se, depois disso, ela ficar abandonada, não é mesmo? O grande segredo para obter bons resultados é manter uma gestão ativa — estar atento ao comportamento dos seus negociantes, atualizar informações, fazer reclassificações conforme for necessário, e por aí vai. Quando um cliente deixa de retornar suas ligações ou passa a desmarcar visitas, por exemplo, um si